segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Dos fracos não reza a História. E de Amado, quem se lembrará?


Luís Amado garante que nunca disse o que Vuk Jeremic garante ter ouvido.

E até se socorre de Friedrich Nietzsche para explicar porque é que não pediu, nem nunca pediria desculpa:

“Não faz nenhum sentido pedir desculpas, Portugal não tem que pedir desculpas. Aliás, pedir desculpas é, na velha referência de Nietzsche, ser fraco duas vezes”.



Se, por acaso, o ministro português mudar de ideias e acabar por ter que dar razão ao seu homólogo sérvio, aqui fica mais uma dica nietzschiana:

“Tudo evolui; não há realidades eternas, tal como não há verdades absolutas”, in “Humano, demasiado humano”.

2 comentários:

Kruzes Kanhoto disse...

Sim. Até porque o que hoje é verdade amanhã é mentira. E o contrário.

joão de carvalho disse...

"Dos fracos não reza a História. E de Amado, quem se lembrará?".O povo que deseja ver estes senhores bem perto de Friedrich Nietzsche...