sábado, 27 de junho de 2009
JS continua a saber escolher o melhor Patrocínio
JS sabe escolher o melhor Patrocínio.

sexta-feira, 26 de junho de 2009
O golpista que afinal é um exemplo
"Sem um Congresso ninguém tem legitimidade para nomear um novo Presidente do PSD e, por inerência, primeiro-ministro. Tal configuraria um golpe de Estado no partido".
Na altura, Manuela Ferreira Leite era ministra de Estado e das Finanças e já estava a prever a sua saída com a fuga de Durão Barroso para Bruxelas.
Fica a dúvida: nas próximas eleições autárquicas, a líder do PSD vai querer apoiar um "exemplo democrático" ou um golpista?
Tábua da salvação
A pedido de um colega de profissão, tentei explicar as intenções e ambições dos angolanos. E recebi este comentário desesperado:
"Por favor, diz-lhes para comprar primeiro o nosso grupo. Primeiro nós, primeiro nós..."
Assim se passeia a glória portuguesa.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Fidelidades

Ela está no meio de nós
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Dúvida teológica que só a tv pode desfazer
terça-feira, 23 de junho de 2009
Ele come tudo. Ela não brinca em serviço.
Do lado socialista, terminada a campanha, as coisas voltam a ocupar a sua ordem natural. As rédeas da agora bastante mais reduzida delegação rosa continuam nas mãos de Edite Estrela.
Sondagens que aquecem o coração presidencial
E ainda bem que Cavaco Silva, que nunca comenta assuntos internos no estrangeiro, resolva falar dos seus estados de alma...na Escócia.
Recorde-se que, entre os partidos políticos com assento parlamentar, apenas o PSD, de Manuela Ferreira Leite, prefere eleições simultâneas.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Recado a Rangel
Recordada a história, o mesmo dirigente do PSD comentou:
"Ele podia dizer isso por que já tinha estatuto para o dizer. Mas há outros que ainda não têm esse estatuto para ambicionar cargos de presidente".
O 7 de Junho ainda só foi há 15 dias e Outubro ainda está longe. Isto promete.
TGV e a vontade de agradar a toda a velocidade
Já em relação aos restantes 382 milhões, é diferente: eles servem para financiar "redes transeuropeias", mais concretamente projectos concretos de troços tranfronteiriços de ligações de âmbito europeu (TGV, auto-estradas, "auto-estradas do mar", etc). Se essas ligações não forem feitas ou forem muito atrasadas o dinheiro vai à vida, porque não é suposto ele financiar mais coisa nenhuma (a menos que Portugal sacasse da cartola alguma auto-estrada para Espanha de última hora). Mas, neste caso concreto, "vai à vida" é apenas uma forma de expressão. Porque é dinheiro que Portugal nunca veria, a menos que estivesse envolvido em projectos desta natureza (fosse o TGV ou outra coisa qualquer).
Por isso, sem dizer toda a verdade, Barroso também não está a mentir. E José Sócrates, que tanto o defendeu na semana passada em Bruxelas, agradece.
TGV e os fundos à velocidade que se quiser
"Sanções não. Nem há devolução de fundos. Nesse caso (em caso de desistência), teria de renegociar. Se não utilizar os fundos que estão determinados para um projecto, pode e deve renegociar para outros. Se não os quiser perder, terá de renegociar, de certeza".
sexta-feira, 19 de junho de 2009
A justiça é cega. Ou apenas míope.
Ou então até poderia ser uma trupe de trapezistas chineses a actuar sem licença ou um grupo de Pauliteiros de Miranda apanhados a conduzir embriagados.
Ou seja, sem fazer a mínima ideia do que é que era, o MP tem a certeza absoluta do que não era. No fundo, podia ser qualquer coisa. Desde que não fosse aquilo que se suspeitava que pudesse ser.
6+2
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Recordar é viver
18 Jun: Reunidos em Cimeira, em Bruxelas, os líderes europeus não chegam a consenso sobre o candidato do Conselho, e o nome do comissário português António Vitorino fica praticamente excluído. Em conferência de imprensa no final da cimeira, Durão Barroso diz que foi convidado por vários líderes, "e a todos disse que não era candidato".
O que se grita lá fora, engole-se cá dentro
A 7 de Junho, as eleições, em Portugal, deram no que deram e até deu para eleitores votarem duas vezes. Estava à espera que a mesma Ana Gomes, apesar da derrota, fizesse um comentário sobre a organização portuguesa. Ou, com a mesma leviana rapidez que usou em Angola, sugerisse a presença de observadores em Portugal. Em Angola, não falta gente que gostasse de ir passear para Lisboa, tal qual Ana Gomes foi fazer para Luanda. Mas, certamente, com mais tino.
Com ele a miúda vai sempre atrás
Bloco Central pelos ares
quarta-feira, 17 de junho de 2009
As (in)certezas de Durão
“Tenho a certeza que serei presidente da Comissão Europeia, só não sei é quando”.
Ai, vai ser tão difícil
Cordeiro? Só na Bíblia...
"O senhor primeiro-ministro está igual, absolutamente igual".
Já se pode então respirar de alívio. De cordeiros, só rezam as histórias da Bíblia. E, como se sabe, são sacrificados. Os que não são, ninguém os suporta.
Da abstenção nas europeias e outros demónios
Mas a coboiada em que se está a tornar o processo de escolha do futuro presidente da Comissão Europeia mostra bem como o “Planeta Bruxelas” (com os seus eurodeputados, governos, comissões europeias e jornalistas) está longe da Terra.
Até agora só há um candidato à sucessão de Barroso: o próprio Durão. E a grande questão que consome o debate político europeu é saber se os líderes, no Conselho Europeu desta quinta e sexta-feira, lhe vão dar o seu apoio “jurídico” ou apenas “político” a um segundo mandato. Se o apoio for “apenas” político, terão que, numa ocasião posterior, tomar a tal decisão “jurídica”. Ninguém sabe muito bem como, nem quando isso poderá acontecer. Nem exactamente porquê.
Os argumentos para fazer uma coisa ou a outra são bastante variados. Alguns fazem sentido, outros nem por isso. Mas nada é muito claro. E parece que tudo acontece numa galáxia muito, muito longínqua daquela que no passado dia 7 de Junho ignorou completamente as eleições para o Parlamento Europeu.
E que tal um campo de reeducação?
terça-feira, 16 de junho de 2009
Uma língua sem densidade própria
Luís Amado só não esclareceu as razões para essa paralização. Afinal, há quatro anos que ele está no Governo - e já tinha sido secretário de Estado da Cooperação no tempo de António Guterres - e há mais de dois anos que dirige o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Mas a confissão do ministro deu para se perceber o alcance desta afirmação de Jaime Gama proferida precisamente no mesmo colóquio:
"Há ministros com densidade própria"
Ora deduz-se que há outros ministros sem densidade.
Há derrotas assim: transformam o sal em mel
O silêncio é de ouro
Desafinação total
A silenciosa antecipação
Antecipando-se aos rumores, às intenções que não passaram das longas conversas em bares de hotel e aos desejos de uns quantos portugueses e angolanos, a Mota-Engil acaba de formalizar a criação de uma empresa em Angola, juntando-se a capitais angolanos. Deve ser o maior passo, e certamente õ mais decisivo, da empresa. Curiosamente, a Mota-Engil nem sequer tinha entrado nesta lista de rumores. Foi pela calada e, desconfio, já deve estar com um olho nos países vizinhos de Angola.
No pasa nada?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Deixai vir a mim as criancinhas
O “Manifesto 27” é uma iniciativa “de caris apartidário e têm especial relevancia no contexto actual europeu (sic)”, promovida por um jovem português que será igualmente o respectivo porta-voz.
Vamos partir do princípio que os erros de português se devem ao carácter transnacional e multilinguístico deste gesto das bases europeias e deixar esse aspecto de parte (depois de o resto das bases ter dito o que pensa disto tudo através da abstenção nas eleições europeias).
Mas não deixa de ser curioso ver Barroso arranjar tempo para este tipo de coisa, precisamente na semana em que os líderes dos 27 vão decidir o seu destino. Será que está à espera que o Manifesto provoque uma vaga de fundo que afogue os líderes europeus na evidência de que não há alternativa a Durão a não ser ele próprio? Ou será que o nervoso miudinho que se apoderou do ex-primeiro-ministro português nos últimos dias começa a levar a melhor?
Mistério jornalístico
A líder que se abandona a ela própria
Na sala de imprensa, uma jornalista comentava que Manuela Ferreira Leite até se "abandona a ela própria".
sábado, 13 de junho de 2009
O nunca tem muitas variáveis
Ao beija-mão mundial, só falta o Obama
E, para este ano, estão anunciadas as visitas do novo presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e do presidente do Brasil, Lula da Silva.
Neste beija-mão mundial, faltam Gordon Brown, mas esse nem sabe se fica muito tempo na cadeira do poder, e de Barack Obama. Alguns destes dirigentes e respectivos acólitos, ainda há pouco tempo, questionavam a legalidade de José Eduardo dos Santos continuar na presidência, sem que houvesse um novo escrutínio eleitoral (como se sabe, o último foi em 1992). Hoje, estendem-lhe vários tapetes vermelhos. E certamente nem se importariam que Dos Santos continuasse por lá por muitos e bons anos sem... eleições.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Prémios
Uma descrição pomposa de um prémio recebido de uma Fundação pouco ou nada conhecida soa sempre bem. Mesmo que contraste com a cerimónia embaraçosa durante a qual o PR foi agraciado. Depois de assistir ao içar da bandeira portuguesa num terraço mal amanhado ao som do hino que saía de uma aparelhagem roufenha, Cavaco foi levado para uma “sala” no sótão do edifício da dita Fundação.
Aí, numas mesas arrumadas entre postes e armações metálicas que seguravam o tecto inclinado (e às quais era preciso dedicar bastante atenção para não as amolgar com a cabeça), Cavaco lá recebeu o prémio e discursou para uma mini-plateia, imagina-se que composta pelos membros da dita Fundação.
Tudo sob a batuta do presidente da dita, com a inevitável fita colorida a atravessar o peito, que tinha à disposição dos convidados resmas de revistas da casa, em que a sua fotografia aparecia página sim, página sim, ao melhor estilo de um mau boletim municipal em mês de eleições.
Tudo demasiado mau para não parecer tirado de um filme, mesmo dando de barato que o cenário é a inconfundível cidade de Nápoles. Não sei como é que estas coisas são organizadas, mas o PR tem mesmo que participar neste tipo de coisas, sem qualquer dignidade? Não há ninguém lá em Belém que se preocupe em averiguar previamente o que são estas fundações ou em que condições decorrem estas cerimónias?
Grupos e grupinhos
Se o painel só por si já é de peso, o facto de os presidentes da Finlândia, Letónia e Polónia não terem aparecido, não contribui em nada para a relevância do dito grupo. Que, de resto, só é “de Arraiolos” para os portugueses.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Era uma vez o grupo socialista no Parlamento Europeu...
Como não há almoços grátis, os italianos (que incluem ex-comunistas, ex-socialistas, ex-liberais e sabe-se lá mais o quê) exigem que o grupo passe a chamar-se Aliança dos Socialistas e Democratas Europeus.
Algo que os socialistas parecem dispostos a aceitar, até para disfarçar o chimbalau eleitoral. No fundo, não estão a fazer mais do que o PPE sempre fez, aceitar nas suas fileiras federalistas empedernidos e anti-europeus convictos, apenas com o intuito de ser a maior força política do PE. Mas é menos uma coisa que o futuro ex-PSE poderá atirar à cara do adversário.
Um carteiro de bicicleta, mas sem as cartas de Neruda

quarta-feira, 10 de junho de 2009
Pontaria
Barroso em campanha
Nuance
“Verei se esta ambição é partilhada pelos governos europeus e pelo Parlamento Europeu e, então, apresentarei formalmente a minha candidatura.”
É que apesar de as coisas parecerem bem encaminhadas para a sua ambição, nunca se sabe o que pode passar pela cabeça do presidente francês. Além de que um possivel adiamento da decisão apenas para o Outono, pode dar tempo para que haja quem ainda quem mude de ideias.
Delírio em tons Verdes
Depois de fazer dos Verdes franceses quase a segunda força política do país nas eleições do passado domingo, a morder os calcanhares aos desconsolados socialistas, Dany Le Rouge garante que o seu partido será uma “força de charneira”. Não só no plano nacional, mas também no PE, pois os Verdes foram o único grupo político a crescer em número de deputados, apesar da descida generalizada, devido à diminuição geral de lugares. Passaram mesmo a ser a quarta bancada mais numerosa.
Vai daí, desdobrou-se em propostas de entendimento político com os outros grupos e, sobretudo, parece empenhado na formação de uma “coligação anti-Barroso”. Sempre no seu tom empolgado e ainda mais avermelhado do que o sugere a alcunha, a dar a entender, usando a imagem de Sócrates, que “há um antes e um depois” desta eleição “histórica” para os ecologistas. Quase a fazer esquecer que, num PE claramente dominado pelo centro-direita, os Verdes têm apenas 52 eurodeputados, num total de 736…
terça-feira, 9 de junho de 2009
Onde é que eles se meteram?
Todos os demais grupos políticos emitiram comunicados ou organizaram conferências de imprensa nos dias seguintes onde expuseram a sua análise dos resultados e se pronunciaram sobre os grandes temas destes dias: entendimentos internos no seio do PE e candidatura de Durão a um segundo mandato.
Parece que só este último assunto ainda é capaz de provocar alguma reacção dos lados do PSE e o líder da bancada da rosa no PE, o alemão Martin Schulz, lá veio dizer que se vão opor com unhas e dentes a tal cenário. Mas como as suas unhas e dentes encolheram bastante desde o passado domingo, parece que, para já, a prioridade é continuarem a tentar perceber como é que isso lhes aconteceu.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Não consta que seja engenheiro, mas...
quinta-feira, 4 de junho de 2009
A campanha na máxima nitidez

terça-feira, 2 de junho de 2009
Uma pérola de campanha
Aliás, os jornalistas desesperam com os horários e os desencontros: horas alteradas, moradas modificadas, programas incompletos ou demasiado preenchidos que nem uma hora sobra para se escrever ou enviar material.
Reparem nestes "pormenores":
Duas equipas de televisão marcaram o início do programa à porta do hotel e ficaram meia-hora à espera. Depois, aperceberam-se que o candidato já tinha partido.
Dois jornalistas foram fintados na morada da Ordem dos Advogados, onde estava marcado um encontro com Paulo Rangel, e foram parar, por indicação da organização, ao bar de alterne "Pérola Negra".
E fica esta sensação: pelo esforço, pela disponibilidade, pela simpatia, pela inteligência e sagacidade nas respostas, Paulo Rangel não merecia que lhe organizassem uma campanha assim.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Regresso à tradição
Faltam a lady Marian e o rei Ricardo
"O PSD está na situação de Robin Hood da agricultura. O Governo é um avarento, é o
xerife de Nottingham, é o Tio Patinhas da agricultura"
domingo, 31 de maio de 2009
O verdadeiro olho de repórter

Como Barcelos deu razão a Manuela Ferreira Leite
O "speaker" até insistia em chamar gente. Pedia para os jovens - onde estavam eles, naquele "mar" de idosos? - se aproximassem do ringue. Mas nada. Até dava para fazer uma partidinha de futebol.
Chegaram pessoas das aldeias mais próximas. Durante a noite, houve um esforço de mobilizar os jovens. Mas o comício, propriamente dito, teimava em não passar das intenções.
Uma hora e meia depois, já sem haver esperanças de encher o pavilhão, começou o dito comício. Mesmo assim com clareiras. Para disfarçar, Paulo Rangel descobriu "uma moldura humana". Manuela Ferreira Leite foi pouco modesta:
"Esta mobilização, este entusiasmo faz-me renascer"
Talvez por não querer renascer desta forma é que Manuela Ferreira Leite garante não gostar de comícios. Barcelos mostrou que ela tem fortes razões para isso.
sábado, 30 de maio de 2009
Delírio sobre rodas

sexta-feira, 29 de maio de 2009
Talvez sejam permitidos murros e pontapés
Estou a mostrar a minha indignação pela indignidade da campanha, pelo nível que o PS está a tentar pô-la. Percebe-se que é o desespero de um candidato. Mas as campanhas eleitorais não podem permitir tudo, só podem permitir algumas coisas.
PSD e PS consideram "vital" imposto europeu
Em Março de 2007, a quase totalidade da delegação socialista (Edite Estrela, Capoulas Santos, Elisa Ferreira, Ana Gomes, Manuel dos Santos, Jardim Fernandes, Hasse Ferreira, Jamila Madeira, Sousa Pinto, Fausto Correia e Paulo Casaca; Francisco Assis não participou na votação) e da bancada social-democrata (Carlos Coelho, Deus Pinheiro, Silva Peneda, Assunção Esteves, Duarte Freitas e Sérgio Marques; Vasco Graça Moura não participou no voto) votaram favoravelmente o relatório que foi aprovado por 458 votos a favor, 61 abstenções e 117 votos contra, entre os quais os dos parlamentares do PCP (Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro), Bloco de Esquerda (miguel Portas) e Ribeiro e Castro, do CDS-PP (Luís Queiró não votou).
Algumas passagens do dito documento (não, esta parte não está nos 'considerandos'): “a curto prazo ainda é prematuro estabelecer um novo imposto genuinamente europeu”, mas isso “não exclui a possibilidade de os Estados-Membros decidirem se e quando cobrar novos impostos e de, na mesma fase ou posteriormente, decidirem autorizar a União a beneficiar directamente das respectivas receitas”.
Na exploração de “eventuais opções para o futuro”, “será VITAL examinar a possibilidade de criar um novo sistema de recursos próprios baseado num imposto já cobrado nos Estados-Membros”, que deveria ser posteriormente “total ou parcialmente canalizado para o orçamento da União Europeia como um verdadeiro recurso próprio”.
Como diria o outro, “Rangel e Vital, é parecido, é mesmo igual”.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Uma campanha de 5 estrelas
Um nome que queima os lábios
Do lado socialista, Vital Moreira, perante a mesma questão, remeteu os jornalistas para um artigo escrito no seu blogue.
Para Angola, rapidamente, em fuga que a fome aperta
terça-feira, 26 de maio de 2009
Devagar, pára, arranca, devagar
Há dias assim, tranquilos, suaves, como se não houvesse eleições daqui a nada.
Saúde sim, mas só para alguns
Haverá uma terceira via?
“A incidência da sida já é maior entre os heterossexuais do que nos toxicodependentes"
Um denominador comum
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Galocha!

Serve o presente post para informar Vexa.s que afinal não foi mesmo preciso galochas para a manifestação (perdão marcha) do passado 23 de maio.
Será que ainda alguém dúvida das nossas fontes!
Cremes socialistas
-Ele tem a pele macia...
Resposta da outra:
-Pudera, num usa Nibea nem cremes dos trezentos... *"
*In "Escola de Lavores"
domingo, 24 de maio de 2009
Simples, directo ao assunto e todos percebem
Quem diz a verdade....
"Nós políticos terminamos por norma os discursos - e eu também - a dizer "meus amigos todos queremos um país mais justo, mais rico. e mais solidário, oh diabo!, falhámos. Por que ele é menos rico, menos justo e é muito pouco solidário".
Alguém, também no PSD, terá ficado com as orelhas da arder?
Muy bien, Joselito!
Parece que pertence definitivamente ao passado o tempo em que José Sócrates se deixava filmar pelas câmaras de televisão, enquanto falava ao telemóvel com o seu homólogo espanhol, num portunhol duvidoso (num daqueles episódios que causa um embaraço semelhante às prestações de alguns concorrentes em concursos de descoberta de novos talentos musicais…).
Segundo a imprensa espanhola, no comício em que ontem participou, em Valência, o primeiro-ministro português expressou-se na língua de Cervantes de uma forma que oscilou entre o “castelhano perfeito” (El País) e o “espanhol correcto” (El Mundo).
E foi assim que exprimiu a sua “admiração e apreço” pela forma de governar dos socialistas do país vizinho, onde a taxa de desemprego é a mais elevada da União Europeia, podendo mesmo vir a ultrapassar a barreira dos 20%.
Na estrada com eles...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Modernices

O PCP anda agora armado em Moderno. Ele é sites da Internet personalizados para as eleições autarquicas, ele é marchas, mas ele também é comercio!
O Correio Preto sabe que se preparam kits do Manifestante (ou melhor do marchante) que serão distribuídos por todos aqueles que marcharam aquela distancia incrível entre o Saldanha e o Marquês de Pombal pelo Protesto, Confiança e Luta. O kit será composto por sapatos tipo manhosos à venda no mundo do calçado da Rua da Palma e por edições especiais de garrafas de agua com o nome daquele que todos gostavam de atingir.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Foi você que pediu uma "Marinha Grande"?
Que tal uma repetição? Pode ser já no sábado, dia 23 de Maio. Parece que o PCP organiza uma marcha em Lisboa. Basta ir lá (tentar) cumprimentar alguém, ou então passar na zona por acaso (saída prevista do Saldanha às 15h00, não chegue atrasado e desta vez não se esqueça do guarda-chuva para se proteger dos salpicos).
Já agora, leve um amigo também. Pode ser Pedro Namora, que entregou recentemente o cartão de militante do PCP para encabeçar a lista do PPM à Câmara de Setúbal, dirigida pelo… PCP. Os seus ex-camaradas deverão adorar reencontrá-lo e cada um tem direito à sua Marinha Grande.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades políticas
"Eu teria saído logo na abertura do inquérito..."
Quem pensa assim e aconselha assim, é precisamente o mesmo homem que foi ministro da Defesa ao mesmo tempo que estava a ser investigado por causa da Universidade Moderna (a tal que fechou, entretanto). Na altura, o que fez Portas? Demitiu-se mal soube da abertura do inquérito? Pediu a exoneração do cargo quando choveram suspeitas sobre ele? Não. Manteve-se firme no cargo.
E, já agora, é bom recordar a posição do PS: pediu a demissão do ministro, com declarações inflamadas feitas à comunicação social, com cartas dirigidas ao PGR e no Parlamento. E com o próprio secretário-geral, Ferro Rodrigues, a fazer ultimatos. Outros tempos, outros tempos...
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Barroso atleta

Menos sorte tiveram os funcionários que trabalham nos andares cimeiros do Berlaymont que, com os elevadores desactivados por questões de segurança, tiveram que descer a pé. Foi o caso de Durão Barroso, que teve que galgar assim os lances de escada dos 13 andares que separam o seu gabinete da rua.
Consta que desde que se atreveu a participar num jogo de futebol (há três anos, em Viena), que Barroso não efectuava semelhante prova de esforço. "Ainda bem que era a descer", desabafou um dos seus colaboradores.
Debandada II

A lituana Dalia Gribauskayte foi ontem eleita presidente do seu país. Volta a Bruxelas apenas para picar o ponto e assumirá funções logo que as formalidades pós-eleitorais estejam todas cumpridas. Segue assim os passos dos seus colegas italiano, britânico e cipriota, que trocaram todos Bruxelas por cargos ministeriais nos respectivos países.
Mas este êxodo não vai ficar por aqui. Hoje mesmo, a comissão anunciou que outros quatro elementos do colégio (o comissário belga e as comissárias búlgara, luxemburguesa e polaca) vão suspender funções para se poderem candidatar às eleições para o Parlamento Europeu. São todos cabeças-de-lista dos respectivos partidos às eleições do próximo dia 7 de Junho e o seu regresso às actuais funções parece assim uma possibilidade bastante remota.
Sendo assim, dos 25 comissários que iniciaram funções com Durão Barroso em 2004 e dos dois que se juntaram à equipa em 2007, apenas 19 cumprirão o mandato na íntegra.
Burning down the house

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Afinal as notas de banco encontradas na rua são para devolver…
Uma posição digna do Partido Pirata sueco.
Mas bastou a Sociedade Portuguesa de Autores considerar tais afirmações “lesivas” dos seus interesses, para o ministro, logo no dia a seguir, patrocinar a criação de um grupo de trabalho para defender os direitos dos autores e dos artistas portugueses, ameaçados pelos descarregamentos ilegais na Internet.
E Pinto Ribeiro aproveitou para clarificar as coisas: "[A Sociedade Portuguesa de Autores] julgou que eu tinha dito coisas que não disse. Eu depois disse-lhes o que disse e eles disseram 'Ah, mas se foi isso que disse, nós ficamos contentíssimos”.
Aqui ficam as declarações originais do ministro:
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Portugueses
E esta foto, que foi capa do DN no início de Abril, mostra-nos os bravos da fragata Corte Real, a caçar piratas algures ao largo da costa da Somália (descrição mais detalhada aqui).
De socialista freelance a socialista em full-time
Imaginem quando lhe der para começar a militar também nas horas extraordinárias. Nessa altura será melhor António Vitorino arranjar outra coisa qualquer para fazer nas terças à noite, porque já há substituto para as notas soltas na RTP.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Eurodeputados faltosos e assíduos
É verdade que só tem as sessões plenárias de Estrasburgo (não conta com as sessões de Bruxelas, nem com as reuniões das comissões parlamentares) e que são dados brutos (não tem em conta faltas eventualmente justificadas por motivos de saúde ou de trabalho parlamentar). Mas é melhor do que nada. E, no caso português, dá-nos uma lista aberta e fechada por socialistas (a percentagem indica a taxa de presenças nas sessões entre Julho de 2004 e Março de 2009).
97% - Jamila Madeira e Manuel dos Santos (PS)
95% - Elisa ferreira, Edite Estrela, Capoulas Santos e Jardim Fernandes (PS)
93% - Pedro Guerreiro e Ilda Figueiredo (PCP); Armando França e Paulo Casaca (PS)
92% - Vasco Graça Moura e Carlos Coelho (PSD)
89% - Luís Queiró (CDS)
88% - Silva Peneda (PSD)
86% - MÉDIA
84% - Hasse Ferreira (PS)e Deus Pinheiro (PSD)
83% - Assunção Esteves (PSD)
80% - Sérgio Marques (PSD)
76% - Ana Gomes (PS)
74% - Miguel Portas (BE)
73% - Ribeiro e Castro – CDS
70% - Duarte Freitas (PSD) e Sérgio Sousa Pinto (PS)
65% - Francisco Assis (PS)
As eleições são tão doces...
"Já respondi a tanta pergunta que já estou um pouco cansado".
Pela primeira vez, em quatro anos de governação, José Sócrates confessou-se cansado. Comentário irónico de uma jornalista no Parlamento:
"Coitado, não dorme por causa dos números do desemprego"
Dores de cabeça para Setubal

Um homem habituado às grandes lutas Pedro Namora é o candidato do PPM (!!!) à Camara de Setubal! Terá o comunista (recém ex) sentido a Voz monarquica que clamava por ele ? Ou simplesmente se sentiu com vontade de chatear a ex-Patroa Dores Meira e agarrou o primeiro partido que lhe deu uma abébia?
A comer a papa
Aliás, a linha editorial do novo blogue explica logo ao que vem. Reparem neste naco de texto:
Que não cabe ao Estado apoiar certas empresas, em detrimento das demais; alguns cidadãos, com prejuízo da maioria. Um dia seremos forçados a agir, para que o Estado não se transforme no nosso mestre, mas cumpra a função de ser o nosso servo.
Hum.. temos aqui alguém que certamente não está de alma e coração ao lado de Manuela Ferreira Leite. Ou como diz a velha sabedoria popular, há aqui "gato escondido com o rabo de fora". Ou será antes pedro escondido com ideias de fora?
terça-feira, 12 de maio de 2009
Como votaram os eurodeputados

Através do votewatch.eu é possível ficar a saber a posição de cada eurodeputado na hora de votar todos os relatórios e resoluções da legislatura; perceber se seguiu o voto do seu grupo político e a respectiva tendência nacional; perceber as convergências e divergências entre países e grupos políticos nos principais temas da política europeia; perceber se os eurodeputados participaram ou não nas votações.
O site foi criado por iniciativa de responsáveis do European Policy Center e contou com a participação de especialistas da Université Libre de Bruxelles e da London School of Economics. À primeira vista a consulta pode não parecer fácil, mas vale a pena o esforço.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Proposta "fast-food"
Com exemplos destes...
Ainda segundo o Público de hoje, as declarações do Presidente foram feitas antes de partir de visita para aquele país, levando na bagagem o “exemplo de paciência portuguesa para aderir à UE”.
Esperemos que, quando chegar ao destino, Cavaco seja mais comedido no uso desta fanfarronice paternalista, ou os anfitriões ainda terão que lhe recordar que o pedido de adesão da Turquia ao clube europeu foi feito em 1987 (há 20 anos) e que o país tem um Acordo de Associação assinado com a União desde 1963.
E que, apesar de estar a negociar formalmente a adesão, há países, como a Alemanha e a França, que não aceitam oferecer a Ancara mais do que uma “parceria privilegiada”, assim uma espécie de sala de espera da ‘casa europeia’.
Religiões
domingo, 10 de maio de 2009
O meu candidato é bom, mas o outro é muito melhor
"O novo desafio de Oeiras é sem dúvida esse: o de continuar o caminho de excelência e de qualidade, de aposta no ambiente urbano... "
E, ainda não satisfeito, Sócrates repetiu a ideia:
"Vamos continuar o caminho da qualificação e da excelência, mas vamos dar a Oeiras também um novo fôlego"
Talvez por isso, escrevi que Marcos Perestrello é cabeça-de-lista e não candidato à presidência da câmara.
Só faltam os eleitores
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Euro nuances 2
Em 2004 o “candidato do consenso” à sucessão de Romano Prodi era o conservador luxemburguês Jean-Claude Juncker que apenas não entusiasmava os britânicos, que o consideravam demasiado federalista, e que se auto-excluiu da corrida pois acabava de ser reeleito como primeiro-ministro do seu país. Surgiram assim os seguintes candidatos:
-o liberal belga Guy Verhofstadt, apoiado pelo social-democrata alemão Gerhard Schroeder, pelo conservador francês Jacques Chirac e pelo conservador luxemburguês Jean-Claude Juncker;
-o conservador britânico Chris Patten, apoiado pelo trabalhista britânico Tony Blair e pela generalidade dos conservadores europeus (à excepção de Juncker e de Barroso);
-o socialista António Vitorino, apoiado pelo “social-democrata”/conservador (em termos europeus) português Durão Barroso (com que empenho, isso é outra história).
As duas primeiras candidaturas auto-anularam-se. Vitorino, além do apoio de Portugal, não obteve um único apoio suplementar, nem mesmo de Espanha, então já governada pelos socialistas de Zapatero.
O coelho a saltar da cartola, depois de Juncker voltar a dizer ‘não’, acabou por ser o próprio Barroso (conservador), com o apoio entusiástico de Blair (trabalhista) e do PPE (conservador) e a aceitação mais ou menos resignada dos demais.
Quer isto dizer que Barroso é o melhor candidato, ou que fez um bom trabalho e merece lá continuar, ou que tem a recondução garantida, ou que os socialistas europeus não devem ter um candidato próprio? Não. Só para explicar que alguns argumentos avançados para contestar o apoio de Sócrates a Durão não fazem muito sentido. E, já agora, para lembrar que Durão só assumiu funções depois de empossado pelo Parlamento Europeu e com o apoio de muitos eurodeputados socialistas.
Euro nuances
Os líderes dos 27 desmultiplicaram-se em Cimeiras e Conselhos extraordinários para coordenar à resposta à crise financeira e económica, para mobilizar milhões e tranquilizar mercados, instituições financeiras, empresas, etc. Chegaram a encontrar-se quase em semanas seguidas e ai de quem faltasse!
No meio dessa incontinência de desorientação e pânico disfarçados de determinação alguém se lembrou que seria boa ideia realizar uma iniciativa semelhante para responder às consequências sociais da crise, numa altura em que o desemprego já ultrapassou os 20 milhões e não dá sinais de abrandar.
A sugestão partiu do governo checo, ultraliberal, e foi defendida desde o início por Durão Barroso. Chegou a ter data marcada – o dia 7 de Maio. Mas em Março, os líderes dos 27, entre os quais todos os governos socialistas da União (Sócrates também lá estava, naturalmente), decidiram esvaziar a iniciativa com o argumento de que não valia a pena criar falsas esperanças entre os cidadãos. Em vez de uma “Cimeira do Emprego”, com todos os chefes de estado e de governo, passou a ser uma “mini-Cimeira”, que se limitou a um breve encontro entre a actual presidência checa e os governos das próximas duas – Suécia e Espanha.
O governo sueco, liberal, fez-se representar pelo seu primeiro-ministro. O socialista Zapatero nem meteu lá os pés, delegou no ministro dos negócios estrangeiros. Barroso também lá esteve a compor a mesa para a fotografia, todos juntos a tentar disfarçar a inevitável falta de resultados.
Alguém duvida que não teria sido muito diferente com um presidente da Comissão “socialista” e um governo português de “centro-direita”?
quinta-feira, 7 de maio de 2009
E se Saramago teve uma fraqueza...
Um homem, o Presidente

quarta-feira, 6 de maio de 2009
Era uma vez um relatório...
Tal desenlace representa um recuo importante, até porque tratando-se da última sessão da legislatura o assunto só deve voltar a ser discutido sabe-se lá quando.
Mas não deixa de levantar uma questão: como é possível que Edite Estrela (que ainda hoje de manhã garantia aos jornalistas em Estrasburgo que tinha os apoios necessários da direita e dos liberais para aprovar o relatório) não se tenha apercebido de que não tinha condições para fazer aprovar o relatório?
Ou negociou com o PPE e os liberais e estes lhe tiraram o tapete no último momento (o que não é de excluir), ou entusiasmou-se tanto com a possibilidade de acabar o mandato em beleza que não acautelou os compromissos e negociações necessárias à viabilização do relatório e decidiu forçar o voto, comprometendo o resultado (cenário que também não se pode afastar). A expressividade da votação dá força a esta segunda possibilidade: 347 votos a favor do reenvio à comissão, 256 contra e 10 abstenções.
No preciso momento em que se ia proceder à votação, a conservadora luxemburguesa Astrid Lulling defendeu o adiamento da votação em plenário: "Há 89 alterações. Será completamente caótico e o voto que vamos fazer não nos vai permitir uma discussão objectiva com o Conselho e a Comissão. Há 89 alterações totalmente contraditórias [da comissão parlamentar e apresentadas por vários grupos políticos]. Proponho que o relatório seja reenviado para a comissão parlamentar".
Ao que Edite Estrela contestou: "Não faz sentido remeter para a Comissão de novo este relatório, esta proposta, porque foi debatida com todos os grupos. Tem um apoio que eu presumo que seja maioritário nesta Câmara. Foi debatida com a Comissão, foi debatida com o Conselho. Naturalmente, há posições diferentes. (…) Peço à Câmara que vote as propostas, que apoie o meu relatório, porque dará razões acrescidas aos cidadãos para irem votar nas eleições europeias".
Presumiu mal.
A terra prometida de Ana Sofia Fonseca

A sorte de Soares

O desenlace é conhecido: não só foi derrotado, como privou os socialistas europeus da presidência da instituição durante toda a legislatura e ainda teve tempo para chamar “dona de casa” a Nicole Fontaine, a francesa que lhe ficou com o lugar.
Na altura, Soares teve um consolo tão amargo quanto irónico: na qualidade de decano dos deputados eleitos, caber-lhe-ia a honra de efectuar a locução de abertura da sessão legislativa. Papel de que, no entanto, abdicou por também ser candidato à presidência do PE, mas o facto ficou devidamente perpetuado numa edição especial de filatelia da já longa colecção de selos e envelopes editada pelo PE para assinalar algumas ocasiões.
Acontece que, se fosse hoje, nem esse magro consolo Soares teria, pois o PE acaba de alterar esta regra. Perante a perspectiva de o líder da extrema-direita francesa, Jean-Marie Le Pen, voltar a ser eleito nas próximas eleições e, do alto dos seus quase 81 anos, ser muito provavelmente o decano da nova legislatura, o PE acaba de modificar o seu regulamento, para impedir que a abertura da legislatura 2009-2014 coubesse a Le Pen.
Agora, a dita honra caberá não ao decano, mas ao ex-presidente do PE, caso seja reeleito. Caso não seja reeleito, a palavra será dada a um dos anteriores 14 vice-presidentes. Caso sejam reeleitos. Caso contrário… altera-se novamente o regulamento, que é para isso que parece que ele serve.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Estados de espírito
Para perceber quem é quem, basta olhar para a composição das diferentes listas.



